UNIDOS, MADUROS E INCOMUNS – A GERAÇÃO DOS VALENTES DE DEUS!

(Hb 11.33)

 

            A Igreja já superou e venceu muitas guerras, mas a atual, travada entre os iguais, tem sido uma das mais trágicas. É denominação contra denominação, ministério contra ministério, pastor contra pastor, pastor contra ovelha, ovelha contra pastor, ovelha contra ovelha... Das brechas e oportunidades oferecidas ao diabo pela Igreja, essa é uma das mais importantes. São guerras que produzem perdas e fracassos e deixam muitas marcas dolorosas. São terríveis e trágicas, porque são guerras internas e não externas. São guerras que denunciam uma corrupção da identidade da Igreja, porque atestam a corrupção de seus filhos. São resultado da identidade deformada e corrompida de muitos que transitam no Corpo de Cristo.

            Há a quebra da unidade em nível tão alto, que se reflete nos casamentos e famílias, tornando a Igreja impotente, incapaz e inábil para cumprir o seu propósito maior, que é a implantação do Reino dos céus na Terra. Fala-se do Reino, ensina-se sobre o Reino, mas muitos não implantam o Reino porque não vivem o Reino. Em muitos momentos aparece como um reino dividido, por isso não prospera, não se expande (no casamento, na família, na sociedade etc).

            O “venha o teu reino, faça-se a tua vontade, assim na terra como no céu” da oração de Jesus em Mt 6.10 não se estabelece, porque a divisão nos rouba da vontade de Deus e inviabiliza a projeção do céu na Terra. O “venha o teu reino, faça-se a tua vontade, assim na terra como no céu” significa que o Senhor tem um modelo perfeito para implantar na Terra, mas que não poderá ser implantado por quem não vive em temor e tremor diante de Deus.

            Profanos não servem a Deus, não entram em Seus projetos de implantação do Seu Reino! Divididos e divisores não podem implantar o Reino dos céus na Terra! Por causa dessas guerras internas, o inimigo conquistou alguns territórios preciosos e inviabilizou a capacidade da Igreja avançar em muitas áreas. Relacionamentos foram enfraquecidos e muitos reinos particulares foram fortalecidos, inclusive na família. Ainda encontramos os que são de Paulo, de Apolo, de Cefas, de Cristo...

            Mas Deus está levantando uma geração de guerreiros(as), verdadeiros atalaias, para proclamarem que um novo tempo é chegado, que uma rota nova está começando a ser trilhada, a rota da caminhada espiritual sadia – a rota da unidade com maturidade. É a geração que clama pela unidade com maturidade no casamento, na família, na célula, no discipulado. É a geração dos homens e mulheres ungidos de Deus, cheios de amor e coragem sobre-humana, divorciados do medo e da mediocridade, decididos e ávidos para que a glória de Deus entre em seus territórios. Deus está levantando a geração dos incomuns, a geração dos valentes de Deus! E você faz parte dela! Aleluia!

 

QUEM FAZ PARTE DA GERAÇÃO DOS VALENTES DE DEUS?

            Podemos identificar pelo menos três características importantes nesses discípulos incomuns, nesses valentes de Deus:

 

1- VALENTE DE DEUS É CONSCIENTE E FIEL AO SEU CHAMADO.

            A Palavra de Deus está repleta de pessoas que foram incomuns, que não se amoldaram ao seus contextos, mas como valentes de Deus mudaram as realidades contrárias aos propósitos de Deus que estavam à sua volta. Foram incomuns porque não se renderam ao projeto de viverem num reino profanado, contaminado por guerras internas, pela divisão. Foram, como nós, provados, mas decidiram sair da prova aprovados!

            Cada um de nós foi chamado por Deus para realizar algo nobre no processo de implantação do Seu Reino. Cada um na perspectiva do seu chamado, andando na sua fileira, pregando e vivendo o Evangelho, implantando o Reino dos céus na Terra, Reino de amor, esperança, serviço. O seu chamado é para andar na contramão do mundo, implantando o Reino dos céus no seu casamento, na sua família, célula, discipulado etc. Em Cristo você é incomum, é valente de Deus! Creio que Deus nos ungirá com a fidelidade, para nunca mais negociarmos o nosso  chamado.

 

2- VALENTE DE DEUS É UMA PESSOA DE FÉ.

            Em Hb 11.6 diz que "Sem fé é impossível agradar a Deus; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam".

            Nosso papel é trazer para a Terra o modelo que está no céu. Mas como trazer à existência aquilo que não se vê, se não for por fé (Hb 11.1-3)? Como vencer o mundo e seu príncipe e implantar o Reino de Deus no casamento, família e sociedade, se não for por fé? Como travar as guerras espirituais em favor do Reino dos céus, contra os principados e potestades da maldade, se não for por fé? Como superar-se e vencer a si próprio, dominando a carne com suas concupiscências, paixões e soberba, mantendo-se incomum, firme e fiel ao chamado, se não for por fé?

            1 João 5.4 nos diz que "todo o que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé". Há um batismo de fé a espera dos que decidem ser incomuns e valentes de Deus na sua geração. Você é uma dessas pessoas? Então decida mover-se pela fé na Palavra da Verdade, a Única que pode nos conduzir como incontaminados, incomuns e valentes de Deus!

 

3- VALENTE DE DEUS ANDA EM UNIDADE DE PROPÓSITO.

            Os valentes de Deus se movem com o exército de Deus, em unidade de propósitos. A unidade denuncia a maturidade, porque só maduros andam em unidade. Para nos tornarmos discípulos incomuns de Cristo, valentes de Deus, que se movem com poder e autoridade implantando projetos de Deus na Terra, além de conhecermos nosso chamado para tal e termos fé para nos movermos, precisamos buscar a unidade com nossos iguais para realizarmos os propósitos de Deus. Não basta sermos chamados por Deus para o mesmo propósito, como um exército valoroso, precisamos buscar a unidade em torno do propósito.

            Ninguém amadurece andando no isolamento, nem anda em unidade sem amadurecimento! Unidade denuncia maturidade; maturidade propicia unidade! Precisamos abortar toda a criancice que rege nossa mente, sentimentos e vontade, nos amoldarmos à estatura de Cristo pelo discipulado eficaz e partirmos para as conquistas sobrenaturais que só os maduros e unidos conseguem.

            Como equipe, no casamento, família e Igreja, precisamos caminhar maduramente em unidade de propósitos para colhermos os frutos das guerras que venceremos. Conquistaremos a paz, alegria, esperança, prosperidade quando nos movermos em unidade de propósito na família, na célula, no discipulado, na Igreja. Chega de isolamento, de imaturidade. Vamos dar um basta nos projetos divergentes, particulares, contrários, desalinhados com os propósitos de Deus e passemos a concentrar esforços nas nossas conquistas do Reino.

            Primeiro devemos viver o Reino de Deus que foi implantado dentro de nós (Lc 17.21), com consciência e determinação, para, então, nos tornarmos os implantadores da vontade de Deus, para que seja “assim na terra como nos céus”.  Quem não conhece ou vive o Reino dos céus, não está apto a implantá-lo da terra (casamento, família etc).

            Se você está consciente do seu chamado, crê no Deus que lhe chamou e decidiu andar em unidade, então os milagres entrarão na sua casa, na sua célula, no seu discipulado e em todo lugar por onde você se mover. Só os incomuns e valentes de Deus conquistam no nível sobrenatural, porque os covardes paralisam e desistem, engrossando a relação dos que não entram na conquista da herança do Pai (Ap 21:8).

 

            No amor do Senhor da Unidade e da Maturidade.

 

                                               Aps Aurelio Jesus Santos e Susana M. B. Santos.

 

 

PERGUNTAS PARA A REFLEXÃO CELULAR:

1-Você tem vencido ou sido vencido pelas guerras internas, entre irmãos?

2-O Reino de Deus, por seu intermédio, tem sido implantado em sua casa, célula, discipulado etc?

3-Você se considera incomum, valente de Deus nessa geração?

4-O que falta a você para se tornar um completo valente de Deus, agente de transformação e implantador do Reino de Deus no seu casamento, família etc?

 

DESTAQUE DA PASTORAL:

Fala-se do Reino, ensina-se sobre o Reino, mas não se implanta o Reino porque não se vive o Reino

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