QUATRO PROMESSAS DIVINAS QUE EU PRECISO TOMAR POSSE!

(Jo 3.16)

 

Jesus é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo (Jo 1.29). Ao morrer na cruz pelos nossos pecados, derramando Seu sangue inocente por nós, Deus estabelece a última e Nova Aliança de salvação e vida eterna conosco, que a recebemos pela fé. No contexto da Nova Aliança no sangue de Jesus, além da promessa de vida eterna, há muitas outras que podem (e devem!) ser vividas pelos que creem no Senhor.

Entretanto, muitos cristãos sinceros não desfrutam de muitas dessas promessas incluídas na Nova Aliança por desconhecê-las, por não compreenderem que a elas têm direito ou por não exercerem autoridade e determinação contra o pai da mentira, que é Satanás, cujo propósito é matar, roubar e destruir a fé, os sonhos e a esperança do povo de Deus.

 

O PLANO ORIGINAL DE DEUS PARA O HOMEM (Gn 1 e 2).

Ao organizar a Terra, preparar o Jardim do Éden e nele formar o homem, à Sua imagem e conforme a Sua semelhança, o Deus Criador tinha um grande plano para a humanidade. Dentre muitas coisas, o plano original de Deus incluía a eterna permanência do homem na Sua presença, desfrutando não só da Sua companhia, mas de tudo o que ela pudesse lhe proporcionar, ou seja, uma vida eternamente abundante, traduzida por: autoridade e capacidade divinas de governar, alegria, prazer, paz, segurança, provisão, saúde física, emocional, mental e espiritual.

Essa foi a chamada Aliança Edênica, a aliança que Deus fez no Éden com o homem que Ele formou, com o fim de trazer o Reino de Deus ou o Reino dos Céus, para a Terra, por meio da autoridade e poder que Ele delegou ao homem para governar em Seu nome. Mas havia uma condição para que tal aliança prosperasse e perpetuasse: o homem deveria obedecer a Deus, isto é: reconhecer e acolher o limite imposto por Deus. E o limite era: de todas as árvores o homem poderia se alimentar, exceto da árvore do conhecimento do bem e do mal, porque no dia em que dela decidisse se alimentar, de Deus se afastaria e certamente morreria.

Porém o homem falhou. Induzido pela serpente (o diabo), comeu o fruto da árvore que não deveria e caiu no pecado da desobediência a Deus. Por isso, foi expulso do paraíso, vivendo em permanente afastamento e rebelião contra Deus. De certa forma, tudo aquilo que me afasta de Deus me aproxima do diabo! Assim, afastado de Deus por causa do pecado, pelo mesmo pecado se aproximou do maligno, tornando-se seu escravo e aliado, ainda que muitos não tenham consciência disto. O Senhor então, por causa do Seu amor incompreendido e imensurável, depois de várias tentativas de salvação do homem, providencia a derradeira e suficiente provisão: a salvação em Cristo Jesus.

 

A NOVA ALIANÇA – A ÚLTIMA OPORTUNIDADE DE DEUS PARA O HOMEM (Jo 3.16).

Pelo sangue derramado por Jesus Cristo na cruz do Calvário, o Senhor estabelece com o homem uma nova e última aliança ou Aliança de Salvação, pela qual todo aquele que crê em Jesus Cristo como seu Senhor e Salvador, é salvo, isto é: está justificado diante de Deus, livre da morte eterna (a condenação de Deus pelo pecado do homem). Aleluia! Ao tomar nosso lugar na condenação eterna e derramar o Seu sangue inocente em lugar do nosso, Jesus satisfez a justiça divina quanto ao nosso pecado, trazendo-nos a salvação. A nossa salvação em Cristo é como um retorno ao plano original de Deus, só que numa nova natureza, a espiritual, uma vez que nEle, pela Sua Palavra e pelo Seu Espírito, somos regenerados, isto é: gerados de novo.

Se, pela Nova Aliança deixamos de ser escravos do pecado e do maligno, para nos tornarmos propriedade de Cristo, logo, o poder do pecado não opera mais em nós e as consequências do pecado também não são mais legítimas em nós. A Palavra de Deus nos mostra claramente a provisão divina para a nossa salvação, através do sacrifício de Jesus Cristo, e também nos informa as muitas promessas e bênçãos advindas dessa obra expiatória de Cristo a que temos direito. Veremos algumas delas, que são muito importantes para nossa vida de salvos e remidos em Cristo Jesus.

 

QUATRO PROMESSAS INERENTES À NOVA ALIANÇA:

Por Sua obra maravilhosa, Cristo nos reintroduziu nos propósitos eternos de Deus e nos legou o direito da restituição dos direitos e privilégios perdidos pelo pecado e afastamento de Deus. Dentre tais direitos estão, pelo menos, as quatro promessas a seguir:

 

1) EM CRISTO TENHO DIREITO À VIDA ETERNA

“Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3.16).

A morte eterna foi o decreto condenatório de Deus para o homem por causa do seu pecado. Como Cristo pagou o preço da nossa condenação e nos regenerou, nEle fomos restituídos e gozamos da vida eterna. Saber que um dia viveremos eternamente no céu com o Senhor, por certo, deve ser motivo de contentamento para todos os cristãos. Isto é bíblico, é verdadeiro, mas não é tudo!

 

2) EM CRISTO TENHO DIREITO À PAZ

“Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como a dá o mundo. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize” (Jo 14.27).

Quem está eternamente debaixo de condenação e afastado da Fonte de Vida não tem paz, pois está à mercê do medo e em permanente tribulação na alma e no espírito. O pecado é um dos principais ladrões da paz interior, porque ele nos afasta do Senhor, que é a nossa paz, e nos aproxima do inimigo, que é o Acusador. Aquilo que me afasta de Deus me aproxima do diabo! “O ladrão vem somente para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância” (Jo 10.10).

Se o pecado não for retirado da vida da pessoa, a paz de Cristo nunca poderá reinar em seu interior. A Palavra diz que o castigo (que é a condenação divina) que nos traz a paz estava sobre Jesus; por isso, ao tomar para Si a nossa culpa e receber em Seu corpo o castigo que deveria ser nosso (a condenação), Ele nos justificou diante do Pai. Então, uma vez justificados, voltamos a ter o direito de desfrutar da paz interior que foi perdida. Estar em Cristo é ter o direito de ser restituído de paz, paz que excede todo o entendimento e nos guarda em segurança.

 

3) EM CRISTO TENHO DIREITO À PROVISÃO MATERIAL (Mt 6.31-33).

“Portanto, não vos inquieteis, dizendo: Que comeremos? Que beberemos? Ou: Com que nos vestiremos? Porque os gentios é que procuram todas estas coisas; pois vosso Pai celeste sabe que necessitais de todas elas; buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas” (Mt 6.31-33).

Em Cristo temos direito à prosperidade, que muitos confundem com riqueza. Miséria, pobreza, riqueza e escassez não faziam parte do plano original de Deus para o homem. No paraíso o homem desfrutava de toda a providência divina. Enquanto estivesse em linha com o Criador, o homem viveria no Paraíso, que era a materialização do Reino de Deus na Terra, e não teria falta de coisa alguma. No Eden tudo pertencia a Deus! O homem não era dono de nada, mas cuidava e desfrutava de tudo! Isto é mordomia – princípio de prosperidade!

Mas o pecado desligou o homem da Fonte de toda providência (Deus), o que lhe causou pelo menos duas coisas: a) o fez perder a prosperidade do Reino de Deus e b) o introduziu no princípio da possessão de bens materiais, que gerou riqueza e miséria, acúmulo e escassez. Em Cristo somos religados à Fonte Provedora e somos restituídos na prosperidade. A Palavra diz que se buscarmos o Seu Reino (princípios eternos) e a Sua Justiça (Cristo), todas as coisas necessárias nos serão acrescentadas.

 

4) EM CRISTO TENHO DIREITO À LIBERTAÇÃO E À CURA DIVINAS

“Certamente, ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus e oprimido. Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados” (Is 53.4-5).

Por causa do pecado, o homem afastou-se de Deus e seu espírito desligou-se da Fonte de Vida eterna, experimentando a morte espiritual. A partir da morte espiritual, o homem passou a experimentar a corrupção e a morte física, ficando exposto a toda sorte de enfermidades e doenças, tanto no seu corpo como na sua alma (opressão, depressão, feridas emocionais, possessão maligna, cadeias de maldições etc). Pela obra da cruz, Cristo nos justificou, redimiu, santificou e regenerou, fazendo-nos nascer de novo como filhos de Deus. O pecado, o maligno e a morte já não exercem mais poder sobre os remidos, porque foram vencidos por Cristo pela obra da cruz.

Como a obra expiatória de Cristo resolveu a questão do poder do pecado, do diabo, da morte e de seus efeitos, com ela o Pai providenciou, para o que crê em Jesus, tanto a libertação como a cura. Jesus Cristo é o nosso Libertador e Grande Médico, que nos restitui na liberdade e na saúde tanto do corpo como da alma. Ele é a Árvore da Vida que nos mantém saudáveis em todos os níveis. Na cruz do Calvário nosso Senhor tomou para Si todas as nossas enfermidades e cadeias opressoras, garantindo-nos vida em abundância.

Nosso Senhor Jesus Cristo veio à Terra para destruir as obras do diabo. Em 1 Jo 3.8 lemos: “Aquele que pratica o pecado procede do diabo, porque o diabo vive pecando desde o princípio. Para isto se manifestou o Filho de Deus: para destruir as obras do diabo”. O verbo destruir tem a mesma ideia de desatar as amarras como no caso de Lázaro (Jo 11.44). Assim, creia que Jesus Se manifestou não só para nos levar para o céu no provir, mas para nos garantir vida abundante desde agora.

Ele não vencerá o maligno, o pecado e a morte – Ele já os venceu de uma vez por todas! Ele também não nos libertará e curará no céu – Ele já nos libertou e curou na cruz do Calvário! Os verbos não estão no futuro, mas no passado. Jesus já fez a Sua perfeita obra a nosso favor. Creia e tome posse agora, em nome de Jesus!

 

 

                No amor do Senhor da reforma.

 

                                               Aps Aurelio Jesus Santos e Susana M. B. Santos

 

PERGUNTAS PARA A REFLEXÃO CELULAR:

1- Das quatro promessas tratadas na pastoral, em qual delas você precisa romper?

2- O que você fará para tomar posse do “pacote completo” da salvação que temos em Cristo Jesus?

3- Durante a reunião, reserve um tempo especial para orarem uns pelos a respeito das quatro promessas da pastoral.

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