01/03/2015

 

NO ANO DA RESTAURAÇÃO DO ALTAR É PRECISO VENCER O GETSÊMANI
(Lucas 22.39-46)

 

 

No ano da Restauração do Altar, preciso me reportar a Jesus Cristo, O Sacrifício Perfeito para receber dEle toda a provisão de que preciso para a obra da restauração!

 

Altar é lugar de sacrifício! Por outro lado, Altar também é o lugar da Presença dAquele que vem pessoalmente recolher o que oferecemos!

 

Jesus, o Filho de Deus, venceu o poder da morte eterna, nos tornando filhos de Deus e isso nos mostra que a natureza do que é sacrificado no Altar corresponde exatamente ao que é gerado: O Filho, ao ser sacrificado gerou filhos para Deus!

 

Então, no Ano da Restauração do Altar, se você não fugir do sacrifício, o Fogo da Presença vai “lamber” a sua oferta e O poder dO Espírito Santo será liberado na sua casa (casa espiritual: altar do seu coração e também no seu lar)! Quando Jesus (Oferta Aceitável) subiu, O Espírito Santo desceu e já O temos disponível em nosso meio, mas desfrutar dEle é uma escolha nossa!

 

Hoje não vamos abordar especificamente a obra da cruz, mas vamos nos reportar a um tempo que precede o sacrifício perfeito: o tempo do Getsêmani: tempo que precede um grande mover; tempo em que somos convidados pela nossa alma a fugir do propósito!

 

O Espírito Santo quer que façamos algumas leituras proféticas a fim de não sermos ignorantes quanto ao tempo e às épocas referentes ao manto que está sobre a nossa igreja em 2015. Estamos no início do Ano da Restauração do Altar! Deus está nos preparando como sacrifícios aceitáveis que atraem a Sua glória! Além disso, estamos no tempo que precede a Páscoa, dias em que Jesus, O Sacrifício Vivo disponibilizou a legalidade de uma aliança vencendo a morte e nos comprando eternamente como filhos legítimos de Deus. Vivemos dias que precedem um grande mover de Deus! Vivemos “dias de Getsêmani” e nesse tempo, duas posturas podemos escolher: “dormir de tristeza” o sono da indolência, dando vazão à apatia espiritual e passividade da mente ou fortalecidos pelo Espírito Santo permanecer firmes e fiéis durante a pressão para trazer à luz o mover de Deus!

 

Getsêmani é o lugar de permitir que Deus sinta o cheiro da comida sendo preparada! Antes de saborear o prato, você desfruta do cheiro e pelo cheiro, você sabe exatamente o que está por vir. Em Lc. 22.44, a gota de sangue do suor agonizante de Jesus pingou na terra e imagino que um “cheiro” encheu o céu promovendo adoração e se propagou pelo inferno causando agonia: “cheiro de cabeça de serpente esmagada”! É tempo de causarmos agonia no inferno e não de vivermos agoniados!

 

PelO Espírito discernimos 3 “níveis de Getsêmani” enfrentados por Jesus, O Sacrifício Perfeito:

1) Tentação no Deserto (marcando início de seu ministério);

2) Jardim das Oliveiras (precedendo a crucificação);

3) Posição de Intercessor que ocupa hoje junto aO Pai (Rm.8.34), trabalhando em conjunto com O Espírito Santo (Rm.8.26) até agora para que se cumpra a ardente expectativa da criação que aguarda a revelação dos filhos de Deus (Rm.8.19-23).

 

Considerando então o momento profético que temos vivido, é tempo de resistir à dor do sacrifício sem fugir do propósito, calando algumas vozes internas e externas! Nos reportaremos à tentação de Jesus no deserto para identificarmos que vozes são essas!

 

A primeira voz é a do Atentado à Essência e Identidade. Jesus, O Pão da Vida foi tentado com pão perecível! Além disso, as pedras propostas pelo Diabo nessa transformação absurda nos reportam ao fato de que Jesus também foi considerado “A Pedra Angular”, “Pedra Fundamental”! Pedras também falam do material usado para construir o Altar!

 

Não satisfeito com esses níveis de afronta, em duas das três abordagens que o Diabo fez a Jesus, disse: “Se és Filho de Deus...”! O Diabo conhece as debilidades da natureza humana e uma delas é a tendência que temos de fragilizar a nossa identidade quando não temos uma necessidade urgente suprida por Deus. O fato é que suprir uma necessidade a qualquer custo, fugindo de princípios e do tempo de Deus é um desrespeito (para não dizer zombaria) à unção que está sobre a nossa vida! O Diabo quer que eu olhe uma privação frente a uma necessidade extrema e coloque em jogo a minha identidade, mas o que Deus espera de seus filhos é que se levantem e digam: -“Alto lá! Eu sou filho de Deus e minha identidade é maior que as minhas necessidades!”

 

Considerando que muitas eram as pedras naquele deserto, mais do que saciar a sua fome, Jesus foi tentado a só ver pão à sua frente, o que acontece com muitos de nós quando nos trancamos em nosso mundo interior pensando 24h por dia nas nossas necessidades.

 

A nossa área de fraqueza é a área tentada porque o Diabo (às vezes mais do que nós) reconhece que ali está um potencial imenso da nossa maior vitória, uma vez que a exemplo de Jesus, somos tentados na nossa essência! Além disso a Palavra nos diz que o poder de Deus se aperfeiçoa na nossa fraqueza!

 

Ouvir a Deus, me alimentar da Palavra e da Presença satisfaz a minha “fome por desejos desenfreados” porque apascenta a minha alma trazendo governo!

 

A segunda voz é a da Troca do Sacrifício pela Promoção Pessoal, traduzida pelo convite feito a Jesus de buscar um atalho de auto-promoção em detrimento da rota de estabelecimento por Deus.

 

A terceira voz que devemos calar é a de Subir o Monte para Adorar ao Diabo!

Ao subir o monte proposto pelo Diabo para que este expusesse os reinos e as riquezas desse mundo, uma expressão foi usada naquela ocasião traduzindo o mesmo convite que recebemos nos nossos dias! O Diabo disse: “se, prostrado, me adorares”! A palavra grega utilizada para adoração é “Proskuneo”: prostrar-se, render-se!

 

Cuidado! O que consegue nos prostrar e nos render tem grandes chances de se tornar o nosso “deus”!

 

No amor dO Nosso Senhor, o Sacrifício Perfeito que não desistiu do Getsêmani por amor a você!

 

Pastores Polyana e Marco Aurelio

 

 

Perguntas para Reflexão Celular:

  • Você está atravessando algum “Getsêmani” nesses dias?

  • Se está, sua postura frente à essa fase em sua vida tem sido:

Sono da Indolência (apatia espiritual e passividade da mente);

Ansiedade Agonizante;

Aborto do Propósito;

Busca de fortalecimento no Espírito Santo, permanecendo firme e fiel para gerar a restauração.

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